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Fisiologia

Síndromes Dolorosas dos Membros Superiores II

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

OMBRO – LESÕES MUSCULOTENDINOSAS

Dores musculares pós-atividade física não seriam causadas por ácido láctico

domingo, 18 de novembro de 2007

Fisiologista do São Paulo desmistifica idéia e afirma que solução estaria na suplementação.

Processo inflamatório seria o real responsável pelas dores do dia seguinte.

Engana-se quem acredita que a dor muscular que aparece no dia seguinte a alguma atividade física mais intensa seja provocada pelo acúmulo de ácido láctico.

De acordo com o fisiologista Turíbio Leite de Barros — um dos maiores especialistas em medicina esportiva no país –, o fenômeno não tem nada a ver com intoxicação das células pela substância, mas sim com um quadro inflamatório dos tecidos musculares.

Exagero na atividade física pode causar estresse

sexta-feira, 02 de novembro de 2007

As atividades físicas ajudam a diminuir a ansiedade e a descarregar as tensões do dia-a-dia. Mas, se a sua prática for excessiva, o efeito pode ser contrário. O excesso de esforço leva à liberação prolongada de hormônios do estresse na corrente sanguínea, o que pode causar redução das defesas imunológicas, fraturas de estresse e cansaço.

Por isso, praticantes de exercícios físicos e atletas profissionais devem tomar certos cuidados, como dormir bem, hidratar-se e ter uma alimentação balanceada.

O estresse induzido pela atividade física coloca os sistemas fisiológicos em prontidão

sexta-feira, 02 de novembro de 2007

Quando se realiza uma atividade física qualquer, vários sistemas fisiológicos atuam sinergisticamente de maneira a manter todas as funções vitais e, ainda, realizar a atividade em questão. Esse entrosamento entre os vários sistemas fisiológicos permite que o sistema cardiovascular garanta quantidades adequadas de nutrientes e oxigênio para os músculos em funcionamento, enquanto que o sistema neuro-endócrino, regula o consumo de nutrientes e a produção de combustíveis para todos os tecidos do organismo.

Sob essa óptica fisiológica, o exercício físico pode ser considerado como um agente de “estresse” porque a atividade física tira o organismo de uma situação de “equilíbrio de repouso” e o coloca em cheque. Se formos olhar mais para trás, nos primórdios da evolução do ser humano (e de muitos outros animais), esse estado de prontidão para ativar sistemas que permitam a atividade física de modo rápido e eficiente tem a ver com a ativação do sistema de fuga-ou-luta (sistema nervoso simpático).

Sobre o autor

Jeferson Corrêa Porto é professor de Educação Física graduado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) – RS, Mestrando em Atividade Física e Saúde pela Universidad Católica “Nuestra Señora de la Asunción” – UC, Especialista em Fisiologia das Atividades Motoras em Academias – ginástica, musculação e hidroginástica pela FUNGLAF/AL, Especialista em Bases Fisiológicas e Metodológicas da Atividade Física Personalizada – Personal Training pela FUNGLAF/AL, Especialista em Fisiologia do Exercício pela UVA/RJ.

  • Membro Pesquisador do Grupo de Estudos e Pesquisas Sócio-Jurídicas, GEPSOJUR, UFAL;
  • Membro da Sociedade Brasileira de Personal Training (SBPT);
  • Membro da International Federation of Body Building and Fitness (IFBB);
  • Membro da National Academy of Sports Medicine (NASM);
  • Membro da International World Games Association;
  • Pesquisador Cnpq.

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